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Escolher o que vem de nosso passado, significa estar operando dentro de um mesmo programa, de um passado que já esgotou todas as suas possibilidades. Tanto a entrada do Sol, quanto a quadratura Marte com Júpiter, mostram que se chegou a extremos pela escolha sem volta que muitos fizeram e que agora terão de assumir as consequências. Escolha qualquer coisa, menos repetir.

Ainda nessa configuração teremos outro eclipse em 04/12. O maior desafio que este eclipse trará para cada um de nós, é aprender como o mundo se parece, visto através dos olhos do outro, para que com isso eu aprenda a me fazer ouvir e ser entendido. Como uma nova língua sendo aprendida, a do “sinto muito, me perdoe”.

Do contrário, as pessoas continuarão não me dando muita atenção, isto, pelo menos, até que eu aprenda a colocar-me no lugar delas.

É isso tudo versus o resíduo cármico de tanta grosseria e violência. Precisamos urgentemente romper com esse comportamento “macaco na loja de louças”.O mundo, não apenas o Brasil, é feito de gente. A nossa forma de relacionamento com as demais pessoas do mundo, precisará ser reescrito em termos de uma linguagem mais atual e inteligível. O mundo não aguenta mais tanta ignorância.

O novo homem do novo ano, rejeita todos os gêneros de preconceito e violência, aposta na resistência em nome do amor, na parte mais humana da cultura em que se vive.
2022, o ano que irá mudar nossas vidas, o eclipse que o diga.