As equipes do Núcleo de Combate à Endemias do Centro de Operações de Emergências Municipais em Saúde (COEMS) e da Vigilância Epidemiológica atualizaram nesta quarta-feira (27) os dados referentes aos focos, transmissão e casos de dengue na cidade, com números que estão estáveis em relação aos anteriores.

O número de focos do mosquito Aedes aegypti chegou a 113 nesta semana, onde 55 são em Oficinas, 21 na Vila Esperança, oito no Centro, cinco no Dehon, quatro no Morrotes e no São João Margem Direita, três nos bairros Santo Antônio de Pádua, Vila Moema, Revoredo e São Cristóvão, e um foco cada nos bairros Humaitá de Cima, Humaitá, Guarda Margem Direita, KM 60 e Mato Alto.

Em termos de notificações foram 377registros, neste novo levantamento. Os casos confirmados são 21, sendo cinco deles autóctones, ou seja, transmitidos dentro da cidade. Os casos descartados são 354 e existem dois casos suspeitos à espera de resultados de exames.

Desta forma, ainda se faz necessária a participação da comunidade junto às autoridades sanitárias do município no combate ao mosquito que pode transmitir, além da dengue, a febre chikungunya e o zika vírus. Para isso, a recomendação é evitar manter em casa, apartamento ou terreno recipientes que possam armazenar água a céu aberto, como latas, baldes, garrafas, vasos de plantas, potes, pneus, caixas d’água destampadas, etc. Deve se manter, ainda, terrenos em geral, como pátios e quintais, limpos. Limpar as calhas com frequência, de modo a evitar que galhos e folhas impeçam a passagem da água, também é uma ação importante.

Como proteção adicional, é recomendado o uso de repelentes ao longo do dia, período em que os mosquitos são mais ativos, pois o produto proporciona uma camada a mais de segurança em relação à picada do inseto. Os inseticidas também podem ser usados, sempre de acordo com suas respectivas instruções. Mosquiteiros podem servir como proteção a pessoas que se encontram em repouso durante o dia, como bebês e acamados, por exemplo.

Os moradores devem ficar atentos a sintomas como febre alta e persistente, acompanhada de enjoo e vômito, dor de cabeça constante, dor no fundo dos olhos, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo, cansaço excessivo e dor nas articulações, pois eles podem ser indicativos de dengue. Caso surjam, procure imediatamente o médico.

Outra importante ajuda que você pode dar é denunciar a existência de possíveis focos do mosquito, através da Ouvidoria Municipal, pelo telefone (48) 3621-9051, pelo WhatsApp (48) 98419-7361 ou pelo e-mail ouvidoria@tubarao.sc.gov.br.

Caso prefira realizar a denúncia presencialmente, dirija-se ao Facilita Tubarão, localizado na Rua Tereza Cristina, 236, em Oficinas, de segunda a sexta-feira, das 13 às 19 horas.