O segundo dia de negociações, entre estado e professores, foi considerado positivo. Novo encontro está previsto para hoje - Foto:Graciela Fell/Sinte-SC/Notisul
O segundo dia de negociações, entre estado e professores, foi considerado positivo. Novo encontro está previsto para hoje - Foto:Graciela Fell/Sinte-SC/Notisul

 

Zahyra Mattar
Tubarão
 
A discussão no campo técnico poderá ser a chave para a formulação de uma proposta aceitável para o governo do estado e para os professores, no que diz respeito ao cumprimento da lei do piso nacional do magistério, cujo reajuste de 22,22% gerou novo embate em Santa Catarina.
 
Ontem, a segunda reunião representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) e da coordenação executiva de negociações e relações funcionais do estado avançou neste sentido. A meta é chegar até a sexta-feira com uma proposta costurada. Algo que atenda os dois pontos os quais os professores não abrem mão – o pagamento do reajuste e a descompactação da tabela salarial – e também ao governo.
 
Mesmo com esta abertura no diálogo, o Sinte confirma a assembleia para a próxima terça-feira e também a prospecção de greve. “Caso não haja acordo, infelizmente não teremos outra saída senão paralisar as atividades novamente”, reforça o diretor financeiro do sindicato, Sandro Cifuentes.
 
A proposta anterior feita pela secretaria estadual de educação foi recusada pelos professores e está descartada, inclusive, pelo próprio governo. Os educadores estão em estado de greve desde o fim da paralisação de 62 dias, no ano passado.