O processo de terceirização da merenda escolar teve início neste mês nas escolas de Tubarão.
O processo de terceirização da merenda escolar teve início neste mês nas escolas de Tubarão.

Priscila Alano
Tubarão

A terceirização da merenda escolar ainda tem gerado um certo desgaste na região. Após a denúncia de descarte de alimentos em uma escola de Tubarão, a gerente de operações da empresa Risotolândia (responsável pela merenda), Elizete Maria Furtado, esclarece que no edital consta um número de alunos matriculados nas escolas, porém, nem todos consomem as refeições.

A empresa tenta adequar-se à realidade e evitar o desperdício de comida. Elizete explica, por exemplo, que os pães têm um prazo de validade de cinco dias. “Vamos orientar as equipes para que os pães que sobrarem sejam utilizados no cardápio do outro dia, ou então doados para entidades filantrópicas da cidade”, afirma. A empresa segue um cardápio diferenciado para cada dia da semana.

Elizete destaca que o estado paga apenas as refeições consumidas e, por isso, pretende reduzir o prejuízo. Em Tubarão, a empresa iniciou o processo de terceirização neste mês. A gerente de operações relata: no edital, constava a matrícula de mil alunos na escola de educação básica Aderbal Ramos da Silva, no bairro Santo Antônio de Pádua, em Tubarão, onde houve a denúncia de desperdício, porém, já houve redução para 800 refeições. “Estamos monitorando o número de alunos. Não temos a informação correta, o interesse é nosso em acertar a quantidade de refeições”, garante.