A máquina de currículos Você acredita em destino?, do Projeto Estou Refugiado, foi instalada na 6ª edição paulista do Coletivo Carandaí 25, bazar de grandes marcas que começou na quinta-feira, 6, e vai até domingo 9, em São Paulo. A ação foca em ajudar refugiados a encontrar empregos e levar a sociedade a refletir sobre o drama dos imigrantes.

Camisetas e acessórios, como canecas e bottons, também serão vendidos no estande do projeto. A ideia é que empresários e visitantes do bazar possam ajudar o Projeto Estou Refugiado a empregar essas pessoas, que buscam um novo recomeço para reconstruir sua vida.

Quatro inscritos no projeto foram chamados para trabalhar na montagem e desmontagem do evento e dois atuarão no estande do Estou Refugiado. A diretora executiva do projeto, Luciana Capobianco, dará uma palestra para o público do bazar, a partir das 18h, de domingo (9). “O empresário precisa ter consciência social, pois o drama dos refugiados é uma questão social de amplitude mundial. Não podemos ficar indiferentes a essa questão”, destaca a empresária.

“Quanto mais atingirmos pessoas, mais conseguimos falar sobre essa causa e, assim, driblar o preconceito. É importante estar nesses lugares, mudar o pensamento e arrecadamos recursos para o projeto”, diz Juliana D’Alcantara, responsável pelo setor de parcerias da ONG e que realiza a interface nesta iniciativa com o Coletivo Carandaí.
Projeto Estou Refugiado

O projeto Estou Refugiado foi idealizado por Gisela Rao e Luciana Capobianco e nasceu como um case dentro da Planisfério, braço social da agência Plano Digital. Em dois anos, acumula cerca de 600 contratos formais de trabalho e mais 2,5 mil inscrições no banco de currículos.