A Justiça argentina autorizou a investigação da morte deMaría del Valle González López, 23 anos, em um hospital público. Presidente da Juventude Radical de La Paz, da província de Mendoza, ela morreu após se submeter a um aborto legal em um hospital público. A Justiça apura se houve negligência do poder público.

Segundo o jornal Clarín, o promotor Mariano Carbajal solicitou o histórico médico da jovem e a realização de uma necrópsia para apurar os detalhes da morte. O Ministério Público (MP) de Santa Rosa iniciou a investigação, mas devido à sua complexidade, informa a reportagem, a apuração ficará por conta do MP de San Martín.

Informações oficiais comunicam que María del Valle compareceu ao hospital Arturo Illia, o único de sua cidade, na quarta-feira (7), para solicitar um procedimento judicial de interrupção da gestação. Lá, ela foi prescrito um medicamento — informa o Clarín.

Na sexta-feira (9), ela começou a se sentir mal e foi encaminhada ao principal centro de saúde da Zona Leste de Mendoza, o hospital Perrupato, onde foi detectada uma infecção geral que teria causado sua morte. A morte de de María gerou repercussões de grupos anti e pró-aborto. Ambos se manifestaram nas redes sociais.

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Com informações do Gazeta do Povo