#PraCegoVer Na foto, uma pessoa coloca uma fita zebrada para sinalizar a interdição de um dos trechos da SC-3709, entre Grão-Pará e Urubici, na Serra do Corvo Branco, em Santa Catarina
Levantamento de custos para tentar reabrir a Serra do Corvo Branco, entre Grão-Pará e Urubici começou a ser feito nesta segunda-feira pelo Governo do Estado - Foto: SIE | Divulgação

A Secretaria de Estado de Infraestrutura começou o levantamento dos custos das diversas obras que precisarão ser feitas para tentar desinterditar a SC-370, entre a comunica do Aiurê, em Grão-Pará, até Urubici, no topo da Serra do Corvo Branco. As chuvas deste início de mês fizeram com várias encostam deslizassem sobre as pistas, em outros pontos, a própria estrada cedeu. Paralelamente, conforme o Notisul antecipou ainda na última quinta-feira (12), uma empresa deverá ser contratada emergencialmente para executar o trabalho, que é bastante complexo.

Mais do que isso, boa parte do trecho ainda está com solo bastante encharcado e há risco iminente de novos deslizamentos. Não existe previsão de quando o trecho voltará a ser usado. Há melhor estimativa, por enquanto, é o fim deste ano. “Há muito trabalho a ser feito e risco ainda iminente de novos deslizamentos de terras e rochas. É um trabalho bastante meticuloso”, confirma o coordenador regional da Defesa Civil da Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel), Anderson Martins Cardoso.

Na vistoria feita na última quinta-feira pelo secretário de estado da infraestrutura, tenente-coronel Thiago Vieira, um grupo de engenheiros da pasta e membros da Defesa Civil de Santa Catarina, além dos gestores das duas cidades, boa parte do caminho precisou ser percorrido a pé, pois não há como transpor a grande quantidade de pedras e terras que desabaram sobre as pistas. Os prejuízos estão em toda a serra. Na parte ainda de chão batido, o problema é muito maior – e pior. Além do deslizamento de terras e pedras, alguns trechos estão praticamente sem as pistas, que caíram. Nos pontos com asfalto, onde houve grande erosão e partes da estrada também sumiram morro abaixo, deverá ser feito um trabalho de recomposição do solo antes de qualquer outra obra para recuperar o pavimento. A cabeceira da ponte sobre o Rio do Bispo que desabou deverá ser recomposta, mas igualmente sem prazo para ocorrer até o momento.

Fonte: Secretaria de Estado de Infraestrutura e Defesa Civil de Santa Catarina
Edição: Zahyra Mattar | Notisul

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