A Lei de Inovação, aprovada em Criciúma, foi a conquista e o ponto de partida do avanço tecnológico na cidade. Com projetos voltados a empresas da área e colocados em prática, o município está entre os polos de referência no Estado, rumo a se tornar uma Cidade Inovadora.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Aldinei Potelecki, a lei está de acordo com a realidade da região. “Foi um processo de quase dois anos e mais de cinquenta reuniões junto a entidades. Todas elas contribuíram para a elaboração do regulamento, dando suas opiniões”, comentou.

Uma das primeiras ações da lei, foi a criação do Conselho Municipal de Inovação (CMI), composto por 21 entidades ligadas à área de tecnologia e inovação. Além do Fundo Municipal de Inovação (FMI) que financia o Inova Criciúma. O programa contemplou, em 2019, R$ 25 mil reais para dez projetos de startups, tornando-os realidade.

Conforme Potelecki, a segunda etapa da lei será iniciada este ano, com o projeto de incentivos fiscais para empresas já instaladas no município. “Os detalhes estão prontos, mas ainda necessita de encaminhamento para o legislativo e aprovação”, disse.

Essa iniciativa é um complemento da lei de incentivos já existente, para empresas que desejam se estabelecer em Criciúma. “Empreendimentos já instalados na cidade e que desejam ampliar seus negócios terão descontos em impostos como ISS, IPTU, ITBI, entre outros”, frisou.

Outra ação que está em desenvolvimento na etapa é o Plano de Inovação, com o foco na implantação de soluções tecnológicas dentro da Prefeitura, como a consulta prévia e o protocolo online, que podem ser encontrados no site oficial do município. “Vamos otimizar todos os serviços do poder público que possam ser de forma digital”, ressaltou Potelecki.