É preciso eliminar 6.831.455,075 metros cúbicos de areia do fundo do Rio Tubarão. São 29,7 mil metros a serem dragados, entre a área urbana de Tubarão até a foz, em Laguna. O trabalho é fundamental para evitar outra tragédia como a ocorrida em 1974.
É preciso eliminar 6.831.455,075 metros cúbicos de areia do fundo do Rio Tubarão. São 29,7 mil metros a serem dragados, entre a área urbana de Tubarão até a foz, em Laguna. O trabalho é fundamental para evitar outra tragédia como a ocorrida em 1974.

 

Tubarão
 
Está confirmada para amanhã a visita dos secretários estaduais de planejamento, Filipe Melo, e da defesa civil, Geraldo Althoff, a Tubarão. A comitiva é integrada ainda por representantes da Agência Internacional de Cooperação do Japão (Jica). O objetivo do encontro é apresentar aos japoneses a situação atual da bacia hidrográfica do Rio Tubarão.
 
A Jaica já firmou convênios com o estado para a recuperação de áreas degradas e efetivação de planos de contenção de desastres naturais. A ação é da Defesa Civil Estadual. O projeto de desassoreamento da calha do Rio Tubarão também será apresentado. O encontro será às 10 horas, na Amurel.
 
"Tudo que contribua para solucionarmos a questão que envolve o Rio Tubarão é bem-vinda. Não adianta pensarmos somente em redragar, é preciso todo um trabalho de recuperação e preservação também", valoriza o secretario de desenvolvimento regional em Tubarão e anfitrião do encontro, Haroldo Silva (PSDB), o Dura.
 
Na oportunidade, Melo aproveitará para definir como será executado o projeto de redragagem do Rio Tubarão. Ele seguirá para Brasília, onde tem novo encontro no Ministério das Cidades para falar sobre o assunto.
 
O objetivo, conforme o próprio secretário já antecipou ao Notisul na semana passada, é readequar o documento e captar os recursos necessários, cerca de R$ 80 milhões. A meta é iniciar o trabalho em 2012. A verba será captada, possivelmente, junto ao estado, à União e aos municípios impactados: Tubarão, Capivari de Baixo e Laguna.