A SCPAR Porto de Imbituba iniciou uma série de cinco simulações de manobras para avaliar a possibilidade de entrada e saída de navios de maiores dimensões, para expansão da capacidade do Porto. A iniciativa ocorreu nesta quarta e quinta-feira (8 e 9). Os testes ocorrem em um simulador em Florianópolis, instalado na sede da empresa SLI Meio Ambiente e Infraestrutura, contratada para executar o serviço.

O diretor-presidente, Fábio Riera, e o diretor de Planejamento e Operações, José João Tavares, acompanharam os primeiros dias, juntamente com a as gerências de Operações e Obras do Porto, o delegado da Capitania dos Portos em Laguna, Capitão de Corveta (T) James Batista e três práticos de Imbituba: Raphael de Souza, Thiago Santos e Luiz Gustavo Pereira.

As simulações agora em dezembro avaliaram a viabilidade e condições operacionais e ambientais para entrada e saída de navios do tipo porta-contêiner, com comprimento (LOA) de 366 metros, e navios graneleiros com comprimento (LOA) de 306 metros, ambos com largura (boca – B) de 51 metros. Além dos testes realizados esta semana com sucesso, mais três rodadas de simulações estão agendadas para ocorrer nos dias 10, 11 e 12 de janeiro.

“Esses estudos são essenciais para entendermos a infraestrutura necessária para consolidação da atracação de navios de grande porte e ampliação da área de acostagem de navios”, explica Fábio Riera. “A avaliação da viabilidade de um novo cais é um objetivo concomitante nesses testes e visa atender com maior eficiência a demanda do mercado nos próximos anos”, complementa o presidente do Porto.

As simulações de manobras consideram a área e profundidade atuais, as características de correntes e ondas ao longo do canal de acesso e área de manobras, além de condições limites de vento. O objetivo é fornecer uma caracterização ambiental completa, mesmo em situações mais críticas, para identificar os limites operacionais do Porto.

As próximas simulações terão o objetivo de identificar os limites operacionais (LOA x B) para navios graneleiros com calado (distância entre o espelho d’água e a quilha do navio) de 13,5 metros, apoiados pela frota atual e ampliada de rebocadores, além do limite operacional (LOA x B) para navios graneleiros e tankers, para atracação no futuro berço.

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Fonte: SCPar Porto