Tubarão

Uma gotinha ou talvez uma injeção, mas de qualquer forma, é necessário tomar.  Estamos falando das vacinas, que acompanham a nossa trajetória de vida, mas que atualmente estão em retrocesso e muitas pessoas estão deixando de se imunizar. Nos últimos anos, a cobertura vacinal desceu ao nível mais baixo dos últimos 24 anos no Brasil.

Conforme o Programa Nacional de Imunizações (PNI), uma série de fatores como despreocupação com doenças controladas há anos, esquecimento dos pais, complexidade do esquema vacinal e recessão econômica contribuiu com esse quadro.  Situação que precisa ser normalizada com as novas políticas públicas e também com a oferta de novos serviços, como os já realizados na Clínica Pró-Vida, que oferece vacinas que não estão disponíveis na rede pública, por exemplo.

“A importância da imunização vai muito além da proteção individual. Ao se vacinar, você ajuda a comunidade a reduzir os casos de determinadas doenças e, ao mesmo tempo, faz com que algumas já erradicadas não voltem a preocupar”, orienta a técnica de enfermagem Maysa Fontana.
Estudos revelam que as vacinas permitem que o sistema imunológico exposto a micro-organismos reaja de forma a não desenvolver ou se tornar resistente a formas graves de infecção, mesmo muitos anos após a sua administração.

Vacinas para cada fase

Além de levar os filhos, os pais devem ficar atentos às vacinas indicadas aos adultos. Atualmente, estão disponíveis, além do PNI, calendários amplos como o da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBI), onde são encontradas informações sobre as vacinas para todas as idades.