O homem que esfaqueou o candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), na tarde desta quinta-feira, durante evento em Juiz de Fora, na Zona da Mata, foi identificado, capturado e agredido por militantes. Pouco depois, ele foi preso pela Polícia Militar.  

Bolsonaro foi atacado enquanto era carregado por apoiadores durante caminhada na Região Central de Juiz de Fora, entre as Ruas Halfeld e Batista de Oliveira. 

O deputado mineiro Léo Portela (PR) acompanhou Bolsonaro até o hospital. Segundo ele, o candidato foi atendido e recebeu pontos. “Ele passa bem”, afirmou o parlamentar. Horas antes do ataque, Bolsonaro havia feito um post sobre a violência em seu Twitter. 

“Impunidade, desarmamento, indicações políticas e corrupção geraram e continuam alimentando os maiores problemas do Brasil: violência, ineficiência do Estado e desemprego. Tão importante quanto fazer coisas novas, é desfazer essa estrutura criminosa criada pelos últimos governos!”. 

Pelo Twitter, o filho do candidato, deputado Flávio Bolsonaro (PSL) pediu orações. “Foi apenas superficial e ele passa bem. Peço que intensifiquem as orações por nós”, escreveu. O outro filho dele, Eduardo Bolsonaro, que é deputado federal, também pediu orações.