Rio de Janeiro (RJ)

Campeão olímpico com a seleção brasileira de vôlei em 2004, o ex-jogador Giba divulgou em suas redes sociais um comunicado em que nega a expedição de um mandado de prisão por não pagamento de pensão alimentícia aos filhos. O ex-ponteiro teve prisão decretada por 60 dias em 9 de fevereiro, mas uma liminar suspendendo a decisão na última sexta-feira teria re
vertido o quadro.

Giba afirma que a suspensão ocorreu poucas horas após a decisão inicial. Ele alega que paga mensalmente “um valor mais que justo e suficiente” para o sustento dos filhos frutos do casamento com a também ex-jogador Cristina Pirv, autora da ação. “Pago de pensão , mensalmente, um valor mais do que justo e suficiente para que meus filhos, Nicoll e Patrick, tenham uma qualidade de vida acima da média. A mãe dos meus filhos pede, em processo na justiça, um valor de pensão baseado em valores que não ganho mais há bastante tempo. A minha parte como pai estou fazendo. Deito minha cabeça tranquilamente no travesseiro com a sensação de que nao deixo faltar nada aos meus filhos”, destacou.

O advogado de Cristina Pirv, Rodrigo Reis Silva, alega que a dívida de Giba chegaria, somada, ao equivalente a dez meses de pensão. Ele infomou que vai tentar suspender a liminar na segunda-feira para que a prisão seja efetuada assim que o ex-atleta voltar ao Brasil. O ex-jogador passou a última semana na Coreia do Sul, em evento de divulgação.

Giba e Pirv tiveram um relacionamento conturbado desde o divórcio, em novembro de 2012. Em 2013, a romena acusou o ex-marido de invadir a residência dela para retirar joias e dinheiro. Giba, por outro lado, revelou à época que Pirv não devolvia as medalhas olímpicas conquistadas por ele nos Jogos de 2004 (ouro), 2008 e 2012 (prata) por ter a intenção de vendê-las.