O litro da gasolina comum em Tubarão é comercializado em um posto de gasolina a R$ 8,99. O valor mais alto indicado pelo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) no Estado, emitido na última sexta-feira (6).

Esse é também o maior preço do litro do aditivo encontrado em todo o Brasil, sendo então a gasolina comum mais cara do país. Atrás dela, no Estado catarinense, está a cidade de Concórdia, que vende o combustível a R$ 7,55.

Somente quatro cidades foram encontradas comercializando a gasolina comum com preços máximos abaixo de R$ 7. Entre elas está Araranguá, com o litro do combustível a R$ 6,89, Criciúma a R$ 6,98, e por fim, Laguna e Jaraguá do Sul com comercialização do aditivo em R$ 6,99.

De acordo com a ANP, essa é a quarta semana consecutiva de elevação nos preços do combustível. O levantamento foi feito entre os dias 1° e 5 de maio, levando em consideração 196 postos de combustível em 21 cidades do Estado. Veja os preços máximos e mínimos da gasolina comum em Santa Catarina:

Araranguá: R$ 6,89 / R$ 6,89;
Balneário Camboriú: R$ 7,09 / R$ 7,89;
Biguaçu: R$ 7,44 / R$ 7,49;
Blumenau: R$ 7,19 / R$ 7,19;
Brusque: R$ 7,11 / R$ 7,29;
Caçador: R$ 7,35 / R$ 7,49;
Chapecó: R$ 7,15 / R$ 7,29;
Concórdia: R$ 7,36 / R$ 7,55;
Criciúma: R$ 6,79 / R$ 6,98;
Florianópolis: R$ 6,99 / R$ 7,49;
Itajaí: R$ 7,15 / R$ 7,19;
Jaraguá do Sul: R$ 6,47 / R$ 6,99;
Joinville: R$ 7,04 / R$ 7,19;
Lages: R$ 7,34 / R$ 7,39;
Laguna: R$ 6,69 / R$ 6,99;
Mafra: R$ 6,99 / R$ 7,39;
Palhoça: R$ 7,49 / R$ 7,49;
São José: R$ 7,46 / R$ 7,49;
Tubarão: R$ 6,64 / R$ 8,99;
Videira: R$ 7,25 / R$ 7,39;
Xanxerê: R$ 7,25 / R$ 7,29.

 

Etanol é visto como motivo para encarecimento do combustível

De acordo com a entidade responsável por representar o comércio varejista de derivados do petróleo no Litoral catarinense, a Sincombustíveis, o preço do litro da gasolina está sendo encarecido por conta do etanol, que compõem 27% da gasolina comum e aditivada.

Desde fevereiro, o preço do insumo disparou 77%, representando acréscimo de R$ 0,91, mostram dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/USP). Além disso, com a diminuição do produto no mercado por conta do intervalo da safra de cana de açúcar, utilizada para a produção do etanol, o valor do produto tende a encarecer.

 

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Fonte: ND+