Tubarão

O candidato ao governo do Estado pelo MDB, Mauro Mariani, chegou a Tubarão no fim da tarde desta quinta-feira (23), para cumprir agenda no município. Pela manhã, o mdbista esteve em Laguna e no início da   tarde em Braço do Norte Esta foi a primeira vez, que ele esteve na cidade enquanto candidato ao cargo máximo do poder Executivo.

Ele estava acompanhado de assessores e candidatos a deputados federais e estaduais e, em entrevista ao Notisul, o mdbista assegurou que está preparado para governar o Estado. “Representamos uma grande ‘virada de página’. Meu vice e eu somos o novo, uma nova geração, não temos famílias tradicionais na política, começamos de baixo e temos lutado incansavelmente para alcançar os resultados. Somos simples como o povo catarinense é”, afirma Mariani.

Mauro conta que desde o ano passado percorreu todo o Estado ouvindo os anseios da população. Ele salientou que neste processo as prioridades dos moradores não apenas da região da Grande Tubarão, mas de todas as regiões do Estado são saúde, educação e segurança pública. “Não temos orçamento para se jogar fora. O governo está devendo para sociedade e temos que perseguir a eficiência enfrentando os velhos problemas de outras formas”, destaca.

Sobre o cenário nacional, Mauro conta que pediu uma ‘limpeza geral’ com a modificação dos dirigentes, no entanto, o pedido não foi acatado. “Como todos os partidos temos problemas. Não compactuamos com os deslizes na executiva nacional. Em Santa Catarina o MDB é limpo e que procura resolver as situações da melhor forma possível. Não podemos ver as coisas como ‘temos que mudar de partido, mas o partido tem que mudar para melhor’”, finaliza.

Mauro foi prefeito por dois mandatos em Rio Negrinho, deputado estadual de 2002 a 2006 e desde 2007 ocupa uma vaga na Câmara federal. No ano passado, ele foi o único representante do MDB que votou a favor do prosseguimento da denúncia contra Michel Temer, norteada pelas delações premiadas dos executivos do grupo J&F, controlador da JBS, e do doleiro Lúcio Funaro, só teria prosseguimento se 342 dos 513 deputados votassem a favor dos argumentos apresentados pela PGR. Além dele, Carmen Zanotto (PPS), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP), Geovania de Sá (PSDB), Jorge Boeira (PP),  Jorginho Mello (PR) e Pedro Uczai (PT) queriam que as investigações contra Temer avançassem.