A comitiva brasileira participante da feira teve aproximadamente duas mil pessoas. Foi a maior delegação internacional e a segunda no total. Perdeu apenas para os norte-americanos.
A comitiva brasileira participante da feira teve aproximadamente duas mil pessoas. Foi a maior delegação internacional e a segunda no total. Perdeu apenas para os norte-americanos.

Tubarão

Por mais óbvio que possa parecer, criatividade e excelência no atendimento são justamente os dois focos que empresários, lojistas e shoppings centers terão que investir se quiserem sobreviver ao mercado de varejo no futuro.

Estes foram alguns dos pontos mais discutidos na 100ª edição da National Retail Federation (NRF), um dos maiores eventos de varejo do mundo. A edição deste ano ocorreu em Nova Iorque.

Presidente da Associação Catarinense de Shoppings Centers (Acasce), o superintendente do Farol Shopping, Ivo Prim, participou do encontro junto com outros 12 executivos de oito shoppings integrantes da Acasce.

Três pontos foram bastante destacados: a crise econômica atual e seu impacto no varejo americano, o interesse no mercado de países emergentes – entre eles o Brasil – e mercado virtual. Em vista dessas realidades, Ivo destaca que a saída para sobreviver a este novo mercado é a de que lojistas, empresários e executivos precisam adequar-se a este novo modelo de consumidor.

Para isso, lojas e shoppings centers precisam tornar-se mais do que meros lugares de compras. Obrigatoriamente, terão que se transformar em verdadeiras atrações, quase que como um ponto turístico. “É preciso ser criativo, atencioso e envolvente. Aromaterapia, cenografia e até sonoplastia são alguns dos artifícios usados para atrair os clientes nos Estados Unidos. E é isso que vamos ter que fazer logo no Brasil”, prevê Ivo.