No dia 18 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Orgulho Autista, data instituída nos Estados Unidos que se estendeu como movimento no Brasil e se torna cada vez mais popular a cada ano. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que existam 70 milhões de pessoas com autismo no mundo. Já no Brasil, acredita-se que ele se estende a 2 milhões de pessoas com algum grau do transtorno.

O diagnóstico é realizado através de observação direta do comportamento da criança e de entrevista com os pais ou responsáveis, e a avaliação baseia-se na forma como a criança interage com as pessoas; envolvendo aspectos como imitação; resposta emocional; uso do corpo; uso de objetos; adaptação à mudança; reação a estímulos visuais e auditivos, entre outros.

Para a Beatriz, de 15 anos, contar com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Tubarão tem sido determinante nos progressos que têm feito. É o que confirma a mãe, Eliane Corrêa do Nascimento Sachetti, que faz questão de afirmar o quanto a instituição foi e é fundamental neste processo. “Sou muito grata à APAE que reúne todos os recursos de que precisamos para que a Beatriz suba degraus de desenvolvimento a cada dia. É uma clínica, é também uma escola e tem excelentes profissionais”, afirma, lembrando da importância de uma abordagem multidisciplinar para cada caso.

Ela conta que descobriu o autismo da Beatriz quando a filha ainda tinha 2 anos. Por indicação do médico pediatra, a família foi apresentada à APAE e desde então, estabeleceu-se um vínculo importante entre eles e a instituição. “Nestes 15 anos podemos afirmar que houve várias conquistas. Na época, não sabíamos quase nada sobre autismo, mas com o tempo fomos pegando o jeito, e a APAE faz parte desse processo de aprendizagem”, reforça.

Assim como a Beatriz, outros alunos com Transtorno do Espectro Autista contam com a APAE para se desenvolverem. São programas de estimulação voltados ao TEA (Transtorno do Espectro Autista), incluindo avaliações constantes da equipe multiprofissional, estudos de caso, orientação à família, atendimentos técnicos e integração com a sociedade.

Para a diretora pedagógica da Apae de Tubarão, Stella Maris Bittencourt de Souza , ouvir as histórias de transformação e desenvolvimento dos alunos é um grande motivador para toda a equipe. “Nossos profissionais buscam fazer a diferença na vida destas famílias e ver os alunos se desenvolvendo a cada dia, é realmente muito gratificante”, conclui.

 

Fonte: Assessoria da Apae

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