#Pracegover Foto: na imagem há um homem, uma mesa e uma cadeira
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A perda involuntária da urina, a famosa frase dita: “não consigo segurar o xixi”, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) é um problema comum que, no Brasil, atinge mais de 10 milhões de pessoas, entre homens e mulheres, de diferentes faixas etárias. Para chamar a atenção, o Dia Mundial da Incontinência Urinária, estabelecido anualmente, em 14 de março. Data que destaca esse problema de saúde que afeta o dia a dia das pessoas, prejudica a qualidade de vida e muitas vezes, pode levar também à perda da autoestima e ao isolamento social involuntário. Condição que muitas mulheres acabam por evitar a prática de atividades físicas e até mesmo, evitar às relações sexuais.

“Esse distúrbio é mais comum em mulheres e pode se manifestar tanto em senhoras quanto em jovens. Ele pode ser causado por diversos motivos que fazem com que o público feminino tenha um comprometimento dos esfíncteres por lesão na musculatura do assoalho pélvico, gravidez, parto, tumores malignos e benignos, doenças que comprimem a bexiga, obesidade e bexiga hiperativa, podem também predispor a esta condição”, explica o urologista do Centro de Urologia do Complexo Médico Provida, Dr. Daniel Albrecht Iser CRM:16.655 / RQE:8.961 ).

Existem alguns tipos de incontinência urinária, classificados como esforço, que é quando acontece do paciente não ter força muscular pélvica suficiente para reter a urina, como na perda urinária ao espirrar, tossir, rir, subir escadas e etc.

“O tipo urgência é o desejo forte de urinar e a pessoa não consegue chegar ao sanitário a tempo. A síndrome da bexiga hiperativa é a principal causa da incontinência urinária de urgência. Outro fator, é por transbordamento, que se caracteriza quando a bexiga está sempre cheia e, em seguida, ocorre vazamentos. O tipo mista é quando alguns casos se incontinência se misturam e criam uma incontinência mista”, classifica o médico.

Causas que podem predispor ou piorar o quadro de incontinência são, em sua maioria, a ingestão de álcool, cafeína, refrigerantes, alimentos ricos em especiarias e açúcar, alimentos ácidos e cítricos, alguns medicamentos e outros.

“Caso apareça algum dos sintomas referentes a micção involuntária, o melhor caminho é sempre consultar um urologista de sua confiança, que indicará o tratamento conforme o diagnóstico”, completa.

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