Foto: Assessoria de Imprensa

Nesta segunda-feira (18/10) é comemorado o Dia do Médico, e a Unimed, maior cooperativa médica do mundo, tem muitas razões para lembrar da data. Ao comemorar seus 30 anos de criação em dezembro próximo, a Unimed Tubarão fortalece este vínculo cooperativista declarando sua essência sobre a força da classe médica que ficou ainda mais evidente no atual contexto da pandemia da Covid-19.

O papel do médico como profissional responsável pela promoção da saúde, incentivo a uma vida saudável, diagnóstico e tratamento de doenças, é imprescindível para todos. Trabalhar por uma medicina humanizada tem sido meta dos profissionais médicos e a Unimed Tubarão faz disso um exercício diário.

Histórias sobre o desempenho médico caberiam muitas aqui neste espaço. A da doutora Gigliolle Romancini de Souza Lin, Médica de Família e Comunidade da Unimed Tubarão, como a de todos, começa no curso de medicina. “Inicialmente, encaramos a carreira como um sacerdócio, uma vocação. Entramos no curso com uma visão bastante idealizada. Comigo não foi diferente, sempre tive o desejo de poder atuar em algo em que pudesse cuidar diretamente das pessoas e a medicina foi uma resposta a essa expectativa”, acentua Dr. Gigliolle.

Para ela, enquanto muitos estudantes de medicina acabam encarando a dura realidade e, por vezes, perdendo o ideal inicial da profissão, Dr. Gigliolle ressalta que, o médico que opta pela carreira em Medicina de Família e Comunidade mantém, sem sombra de dúvidas, acesa a chama de ajudar o próximo.

No caso específico dela, a escolha pela especialidade foi muito natural devido ao fato da sua graduação, desde as fases inicias, ter sido voltada inteiramente à Atenção Primária à Saúde. “A Medicina de Família é uma especialidade médica, assim como a Cardiologia, Ginecologia ou Neurologia, e o médico especialista está apto para assistir as pessoas em todas as fases da vida”, salienta.

EXCELÊNCIA
A médica da Unimed Tubarão diz que, durante toda a sua formação, nunca quis se limitar a um determinado sistema, um determinado órgão ou um determinado conjunto de doenças. “Eu sempre quis poder atender as pessoas como um todo, ou seja, enxergar o paciente não só por sua doença, mas também como um ser com demandas psicológicas, sociais e, até mesmo, espirituais”.

Também queria, segundo ela, poder estar apta a cuidar, de forma resolutiva, das queixas mais comuns a afetar a população, resolvendo a maior parte das demandas em saúde.
“Penso que o fato de acompanhar as pessoas ao longo da vida, independentemente do gênero, idade ou possível doença, integrando ações que promovam, previnam e recuperem a saúde do indivíduo, além de trabalhar em equipe, são os grandes desafios de um Médico de Família”, avalia.

Ela acredita que a busca incessante em tentar fazer o melhor para os pacientes e o interesse pela pessoa seja o mais importante. “Acredito que o segredo para ser um bom médico é nunca parar de buscar a excelência”, conclui.

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