Ferrovia Tereza Cristina comemora a evolução do modal e relembra os 132 anos da instalação da primeira estrada de ferro no Sul de Santa Catarina

Tubarão

A criatividade e a paixão dos ferroviários refletem na imagem e no saudosismo que locomotivas e vagões trazem ao longo desses 132 anos de Estrada de Ferro, no Sul de Santa Catarina. Toda essa dedicação recebeu um dia especial para comemorações, 30 de abril (este domingo), Dia do Ferroviário. A evolução do modal, novas tecnologias, prevenção e conquista de certificações, que zelam pela saúde, segurança, qualidade de vida e preservação do meio ambiente, são resultados do comprometimento e busca pela melhoria contínua dessa classe trabalhadora.
A data foi instituída em 1854, quando inauguraram a primeira linha ferroviária do Brasil, conhecida hoje como Estrada de Ferro Mauá. No Sul do país, as ferrovias só chegaram 30 anos mais tarde, em 1884, com a construção da companhia Donna Thereza Christina. Na região, a linha férrea foi criada para levar o carvão das minas da região de Lauro Müller, até o Porto de Imbituba, e posteriormente foi estendida até Urussanga, Criciúma, Araranguá e Siderópolis.
Para a concessionária, o cuidado com a vida é, e sempre será, fator importante nas decisões da empresa, que preza pelo bem-estar do colaborador. “A Ferrovia Tereza Cristina sente orgulho em poder contar com profissionais comprometidos. Formamos uma equipe de pessoas que sentem paixão pelo trabalho que exercem e, que apoiam o transporte ferroviário com responsabilidade”, afirma o diretor-presidente, Benony Schmitz Filho.
O modal ferroviário atravessou séculos, enfrentou crises e muitos outros fatores que poderiam enfraquecer o mercado, mas pautado em superar os desafios, hoje vive um novo momento, com projetos e investimentos importantes.

Empresa destaca trabalho dos ferroviários
A história da Ferrovia Tereza Cristina é construída por personagens que tornam realidade os sonhos mútuos. “A FTC orgulha-se de ser feita de gente, que luta com determinação por um modal mais pujante. No dia deles, só temos que agradecer por cuidarem com zelo da nossa história. Pessoas que atuam também como agente transformador da sociedade, levando cidadania, solidariedade e contribuindo com a qualidade de vida das comunidades lindeiras”, destaca o diretor-presidente.