Os parlamentares da 28ª edição do Programa Parlamento Jovem Catarinense sugeriram, durante a sessão da tarde de quinta-feira (11) da Assembleia Legislativa, a contratação de psicólogos para as escolas públicas e aprovaram a inclusão da educação sexual no currículo escolar.

Os representantes da EEB Julius Karsten, de Jaraguá do Sul, apresentaram e o plenário aprovou indicação ao governador do Estado e à Secretaria de Estado da Educação (SED) para criar o cargo de psicólogo, com atuação nas escolas da rede pública do estado.

“O psicólogo promoverá a saúde mental das crianças e dos adolescentes e também da comunidade escolar”, defendeu Ana Carolina Masalai da Silva, de Jaraguá do Sul.

“Houve um aumento de 115% pela procura por psicólogos na pandemia e das 2.678 tentativas de suicídios registrados de janeiro a agosto de 2020, cerca de 700 eram jovens”, destacou João Vitor Alves Ribeiro, de Caçador.

Já os parlamentares jovens da EEB Expedicionário Mário Nardelli, de Rio do Oeste, propuseram projeto de lei, que foi aprovado, para incluir a educação sexual na grade curricular das escolas públicas a partir do 6º ano e até o 3º ano do Ensino Médio.

Segundo a lei aprovada, os conteúdos ensinados serão adequados às fases de amadurecimento dos adolescentes e deverão conter noções de higiene, respeito ao corpo do outro, puberdade, anatomia, sistema reprodutivo, gravidez, parto, contracepção, prevenção do assédio e da violência sexual, entre outros.

“Pretendemos atingir desde o Ensino Fundamental até o Ensino Médio. As linguagens e conteúdos serão diferentes. Para as crianças, por exemplo, se busca prevenir os abusos, porque muitas vezes elas não sabem relatar ou diferenciar o assédio do carinho”, ponderou Eduarda Novak Grott, de Rio do Oeste.

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Fonte: Alesc