Fotos: Marcély Figueiredo/Portal Notisul
Fotos: Marcély Figueiredo/Portal Notisul

Tubarão 

Promovido pelos cursos de Psicologia e Direito da Unisul, em parceria com a Comarca de Tubarão, o evento em alusão ao Dia Nacional da Adoção, lembrado em 25 de maio, recebeu casa cheia no Salão Nobre da universidade, no bairro Dehon, na Cidade Azul, na noite desta quarta-feira (6). O foco do encontro foi levar o debate do tema ainda polêmico em muitos meios e, apesar de 2019 estar próximo, a pauta é abordada de forma preconceituosa por algumas pessoas. O foco principal deste tipo de seminário é atiçar a conscientização do público. “Foi uma mesa-redonda para tirar dúvidas, falar sobre legislação, burocracia e as dificuldades das famílias em adotar uma criança”, explica a presidente Grupo de Apoio à Adoção de Tubarão, Noeli Toledo. 

O bate-papo contou também com a participação da juíza da vara de família da comarca de Tubarão, Miriam Regina Garcia Cavalcanti, com a assistente social forense, Gracieli Borla Costa e com a psicóloga forense, Leda P. Pereira da Silva. O evento foi gratuito e aberto ao público.

Um dos princípios mais importantes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é o direito da convivência familiar e comunitária com dignidade. Em Santa Catarina, há 315 crianças à espera de um lar. Número que pode ser bem maior porque, segundo o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), esses dados são de menores aptos a viverem em família, já que existe todo um processo de preparação. Assim como as crianças se preparam para receber um novo lar, as famílias também precisam se adaptar para ganhar um novo membro. No Estado, estão contabilizadas, no CNA, 2.663 famílias que aguardam ser chamadas.