Os parquímetros só irão cobrar o tempo que o veículo permanecer na vaga. Serão confeccionados cartões diferenciados para idosos e portadores de deficiência física
Os parquímetros só irão cobrar o tempo que o veículo permanecer na vaga. Serão confeccionados cartões diferenciados para idosos e portadores de deficiência física

 

Karen Novochadlo
Tubarão
 
Trezentos e cinquenta parquímetros já foram instalados em Tubarão. Os trabalhos devem ser encerrados até amanhã. Na próxima segunda-feira, a Extran deverá posicionar-se quanto à ativação das 1.064 vagas da Área Azul. 
 
De acordo com o diretor da Tetran, uma das empresas do consórcio, Sérgio Diniz, um técnico virá de Goiânia no domingo para terminar a instalação. Falta fazer a ligação entre o parquímetro e o sistema na central. Desde ontem, 30 monitoras estão em treinamento. Como parte da qualificação, eles têm palestras com uma psicóloga, que ensina técnicas para realizar um bom atendimento aos clientes. 
 
O material gráfico que será distribuído para os motoristas quando o estacionamento for ativado já está pronto. E o uniforme dos monitores também já está na empresa. Ainda estão abertas 20 vagas para esta função.
 
A reativação da Área Azul ocorrerá por setores.  O primeiro compreende um trecho da avenida Marcolino Martins Cabral, entre o Art Hotel e o Calçadão, parte da avenida Marechal Deodoro e da Lauro Müller, e a rua Coronel Collaço (morro da Catedral). O outro setor ficará entre o Calçadão e o Colégio São José, na avenida Marcolino Martins Cabral, na rua Lauro Müller e avenida Rodovalho. O último será na Marcolino, do Hospital Nossa Senhora da Conceição até o Posto Canário.
 
Acessibilidade e os parquímetros
Alguns leitores entraram em contato com o Notisul para questionar a instalação de parquímetros em cima de as calçadas podotáteis – guias para deficientes visuais -, como ocorreu em frente ao paredão dos Correios, na avenida Marcolino Martins Cabral. 
O diretor da Tetran, uma das empresas do consórcio Extran, Sérgio Diniz, explica que os parquímetros são instalados entre 30 a 40 centímetros do meio-fio. Não podem estar muito afastados para não prejudicar portadores de deficiências físicas. 
Sérgio visitou ontem o local para ver o que pode ser feito. “O paredão atrapalha. É um trecho muito pequeno”, justifica. Hoje, integrantes da Associação Tubaronense para a Integração do Deficiente Visual (Atidev) acompanharão Sérgio em uma nova visita ao local para fazer uma avaliação.