Covid-19: termina hoje prazo para responder formulário de identificação de riscos

A partir dessas informações será possível avaliar a atual situação de cada colaborador e subsidiar o planejamento para o retorno gradual às atividades forenses

Termina hoje (30/4) o prazo que magistrados e servidores do Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC) possam preencher um questionário voltado à identificação dos grupos de risco em relação à Covid-19. O link do formulário foi enviado por e-mail e também está disponível no portal Coronavírus do Tribunal de Justiça. A partir dessas informações será possível avaliar a atual situação de cada colaborador e subsidiar o planejamento para o retorno gradual às atividades forenses – por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o regime diferenciado de trabalho extraordinário terá vigência até 15 de maio.

As respostas terão o sigilo preservado, sendo necessárias apenas para que o Judiciário realize a identificação dos eventuais grupos de risco de seus colaboradores e das pessoas que vivem na mesma residência, informações fundamentais na tomada de decisões. “O preenchimento desse questionário é necessário para que possamos fazer uma leitura do estado atual do servidor. Quando for determinada a volta, o retorno será fundamentado nessas informações”, explica o responsável pela Diretoria de Saúde do TJSC, José Eduardo Cacese Shiozawa.

Além da elaboração do questionário, um grupo de trabalho envolvendo a Presidência, a Corregedoria-Geral da Justiça e todas as diretorias do Judiciário foi organizado para planejar as etapas necessárias no processo de retorno das atividades presenciais. O objetivo é estabelecer protocolos em relação às normas de segurança, acesso e circulação nas unidades, avisos e procedimentos de higiene e limpeza, bem como avaliar as providências necessárias para a adequação dos ambientes e o distanciamento mínimo entre o público interno.

“Nossa intenção é de que o retorno seja gradual. Respeitando os grupos de risco, as limitações em nossos ambientes. Por isso, precisamos ter o conhecimento de quais pessoas estão no grupo de risco, quais têm proximidade com outras pessoas no grupo de risco e como vamos nos adequar para esse retorno”, explica a juíza auxiliar da Presidência Carolina Ranzolin Nerbass.