Conforme a OMS, a sublinhagem da variante Ômicron é ainda mais transmissível e tornou-se dominante em diversos países, como Dinamarca e Índia - Foto: Dado Ruvic | Reuters | Agência Brasil

A Secretaria da Saúde da Prefeitura de São Paulo confirmou nesta segunda-feira (7) o primeiro caso da BA.2, uma sublinhagem da variante Ômicron, que é considerada ainda mais transmissível e tornou-se dominante em diversos países, como Dinamarca e Índia. Até o momento, não há indicações de que a BA.2 seja mais grave que as outras variantes.

A sublinhagem BA.2 foi identificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 7 de dezembro de 2021 e tem cerca de 40 mutações em relação à variante Ômicron BA.1. O paciente infectado é um homem de 22 anos, do município de Santo André, que foi atendido em uma unidade de saúde na capital.

O rapaz foi vacinado com duas doses da vacina contra a covid-19, mas ainda não está apto a receber a dose de reforço. Ele está com sintomas leves e segue em isolamento domiciliar. Nenhum parente do homem adoeceu e, segundo ele, não viajou para nenhuma cidade, estado ou país.

Até este momento, o monitoramento genômico que é feito pela prefeitura com base em amostras tem mostrado que 100% dos casos positivos na cidade de São Paulo são referentes à variante Ômicron. Vale destacar que ainda que seja mais transmissível, pessoas com o ciclo vacinal completo e a dose de reforço não desenvolvem, na maioria dos casos, as formas mais graves da Covid.

Mais de 98% das internações e ocupação de leitos em UTIs no Brasil, nas últimas semanas, por pacientes com confirmação para o coronavírus, são de pessoas que recusaram a vacina ou não retornaram para completar o ciclo imunizatório.

Fonte >> Agência Brasil

 

 

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