O presidente Jair Messias Bolsonaro, abriu o seu discurso de forma enfática: “Estamos diante do maior desafio da nossa geração”. Reconhece que não será uma tarefa fácil e para dar corpo a sua fala cita o senhor Tedros Adhanom, diretor geral de Organização Mundial da saúde (OMS), que diz: ‘Sei que muitas pessoas, de fato, têm que trabalhar todos os dias para ganhar seu pão diário’.

Bolsonaro afirma. “Minha preocupação sempre foi salvar vidas”. Ele assegura que está ciente de que muitas pessoas irão perder os seus entes queridos, como ele mesmo já perdeu, mas que as medidas protetivas devem ser implementadas de forma racional, responsável e coordenada.

Por isso, o governo aumentou a capacidade da rede de saúde, foram entregues novos leitos com respiradores, equipamentos de proteção individual, kits para testes e demais insumos. Disse ainda, ter solicitado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que tomasse todas as medidas possíveis para proteger o emprego e a renda dos brasileiros.

Para isso, linhas de crédito estão sendo abertas, para as empresas, ajuda financeira e auxílio mensal de R$ 600 aos informais e vulneráveis e também a entrada de 1,2 milhão de pessoas no programa Bolsa Família. Adiou o pagamento de dívida de Estados e municípios entre outras medidas.

Negociou com as indústrias farmacêuticas e em comum acordo adiaram por 60 dias o reajuste de medicamentos no Brasil. “Salvar vidas sem deixar para trás os empregos” foi uma constante linha de pensamento em seu discurso de quase 8 minutos, onde salientou ainda, a necessidade de cautela e precaução com todos, principalmente os idosos e portadores de doenças pré-existentes.

O presidente disse ainda, que devemos combater o desemprego, que cresce rapidamente, principalmente entre os mais pobres. Citou a questão da fome e da necessidade de olhar a todos com atenção. Ao final do discurso agradeceu a todos aqueles que fazem o Brasil continuar andando.