Carolina Carradore
Tubarão

A Copa do Mundo é o evento esportivo que mais mexe com o cotidiano do brasileiro. O país está, literalmente, pintado de verde e amarelo. Afinal, não existe outra seleção pentacampeã. Torcer pelo hexa é quase uma ‘obrigação’. Em Tubarão, o aposentado Jorge Luis da Conceição, 58 anos, o Batiá, é a personificação do torcedor.

Apaixonado por futebol, espera o início dos jogos, na sexta-feira da próxima semana, em grande estilo. A casa foi totalmente decorada em verde e amarelo. São balões por todos os lados, bandeiras, cornetas e apitos. Até o bugue da família é decorado com bandeiras do Brasil. Na porta, a flâmula do time do coração, o Fluminense, é o único adereço que difere do verde e amarelo.

Nem o cachorro de Batiá, batizado com o nome do craque Robinho, escapou. Uma camiseta da seleção foi providenciada para uniformizar o pet. Para o primeiro jogo do Brasil na Copa, contra a Coreia do Norte, no próximo dia 15, Batiá já organizou o ‘comes e bebes’ para receber vizinhos, amigos e parentes em sua casa.

“Vamos fazer uma festa se o Brasil ganhar. Tudo regado a muita pipoca, pinhão e, claro, churrasco. A carninha não pode faltar”, diverte-se Batiá, que faria apenas uma modificação no time escalado pelo técnico Dunga. “Tenho certeza que temos os melhores atletas reunidos e vamos conseguir o hexa. Só faltou o Fred (do Flu) para completar um time de peso”, analisa.