Comunicadores de Tubarão falaram sobre a trajetória da mídia na região e a evolução tecnológica.
Comunicadores de Tubarão falaram sobre a trajetória da mídia na região e a evolução tecnológica.

Tubarão

Despertar o interesse pela leitura nos estudantes é o principal objetivo do projeto Quem não lê, não escreve. Além de desenvolver habilidades de interpretação e melhorar a escrita, a intenção é ampliar a capacidade de interação por meio da comunicação.

E, dentro desta ideia, a equipe do projeto promoveu, ontem de manhã, na escola Henrique Fontes, em Tubarão, uma palestra para discutir a evolução das mídias na região. O debate foi feito a partir do livro 50 anos de Jornalismo, História da Imprensa, do escritor Edgar Nunes, e reuniu comunicadores das áreas da TV, rádio e jornal.

“O livro resgata o passado, mostra o presente e faz com que eles pensem no futuro. É uma oportunidade de recontar de maneira viva a história da mídia em Tubarão”, valoriza a diretora do colégio, Fabíola Cechinel.
Os profissionais de imprensa falarem ainda sobre a evolução da tecnologia e como isso mudou o cenário da imprensa no mundo. ”Hoje, as mídias começam a migrar à internet e precisamos estar preparados para isso”, explana o diretor da Unisul TV, Ildo Silva da Silva.

“Quando comecei a trabalhar na área, utilizava uma máquina de escrever. Hoje, ocorre uma catástrofe na China e sabemos em segundos”, acrescenta o diretor de redação do Notisul, Cristiano Carrador, único jornal diário a participar do debate.
Para a coordenadora do projeto, Marilene Lapolli, a iniciativa é sinônimo de conhecimento. “Cria-se uma educação interdisciplinar. Além disso, os alunos desenvolvem o espírito de pesquisa, análise e compreensão”, avalia.