#Pracegover Foto: na imagem há cinco gatos e um gramado
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Comum em gatos, a doença da roseira, pode causar úlceras de pele e afetar o bem-estar animal. Causada pelo fungo Sporothrix spp – e também conhecido por “doença do jardineiro” – o nome oficial é esporotricose. Presente no solo e na vegetação, o causador da enfermidade compromete a saúde dos felinos domésticos, cuja população no país chega a 30 milhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A esporotricose é uma doença de pele crônica e esporádica que surge quando o fungo entra no organismo dos gatos devido a feridas na pele e pequenas lesões ou, ainda, por contato com objetos ou ambientes contaminados. A doença é transmissível entre os felinos e também é uma zoonose – ou seja, pode afetar o ser humano, algo que acontece principalmente a partir de arranhões”, explica a médica veterinária Yolanda Antunes.

O fungo Sporothrix spp costuma se proliferar em cascas de árvores, caule de plantas e solo. Como os gatos costumam se aventurar em troncos e adoram desbravar territórios, a doença acaba tendo transmissão facilitada, inclusive entre eles. “Ao brincar ou passar por esses locais, arranhar a madeira ou enterrar seus dejetos, os fungos podem ficar presos às unhas dos animais, em farpas ou espinhos espetados no corpo”, comenta Yolanda.

Após a contaminação, a esporotricose pode evoluir em três fases. “No estágio localizado, o primeiro, a doença é caracterizada por lesões nodulares avermelhadas – individuais ou múltiplas – na pele do animal. Na segunda fase, a infecção progride formando úlceras na pele e atinge o sistema linfático do animal. Por fim, chega a um ponto tão crítico, quanto todo o organismo do pet é afetado. Com o agravamento, as úlceras se tornam cada vez maiores e profundas, acometendo articulações, ossos e pulmões”, alerta a veterinária.

O problema causado pelo fungo pode até mesmo chegar ao sistema nervoso central e somar sintomas, como fraqueza, anorexia e febre. Para garantir a saúde e a qualidade de vida dos gatos, “prevenção” é a palavra em destaque. “Nós podemos prevenir o contágio desse fungo e de outros inimigos da saúde dos gatos ficando atentos à higiene e aos ambientes que ele frequenta, mantendo o animal em ambiente seguro e sem acesso à rua, as chamadas famosas voltinhas, minimizando o risco de contato com os causadores do problema”, comenta.

Soluções desinfetantes com cloreto de benzalcônio associado a glioxal – como Gliocide, da Syntec – são ideais para a limpeza das superfícies e dos ambientes domésticos, garantindo a eliminação não só de fungos, mas de vírus e bactérias. Para reforçar os cuidados, recomenda-se também a areia Smart Litter, que é atóxica e possui elevada propriedade de absorção, rendendo muito mais que os granulados comuns.

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Fonte: Syntec