Faltando mais de dois anos e meio para a Copa do Mundo no Qatar, quem pretende assistir a partidas nos estádios precisa se planejar financeiramente.

É, 2022 parece longe, mas está aí e um bom planejamento financeiro depende de tempo suficiente para dar bons frutos.

Entre as dicas para quem dispõe de pouca renda mensal, economizar é a principal. No entanto, fazer investimentos que garantam uma boa renda e também projetar uma viagem menos dispendiosa podem ser boas estratégias. Vamos ver algumas possibilidades.

Viaje mais por menos

Turistas de carteirinha sabem que quem gasta menos durante a trip acaba viajando mais. E planejar com antecedência é uma das melhores maneiras de conseguir bons preços de passagens aéreas e hospedagem.

Obviamente, o Qatar tende a ser um destino caro no período do torneio de futebol, mas ainda assim é possível se programar para obter os valores mais adequados ao seu orçamento.

Como a Copa do Mundo é só em 2022, ainda não estão disponíveis pacotes, passagens aéreas e hospedagens para o Qatar. No entanto, já é possível traçar um perfil de turista que torne toda a viagem mais barata.

A principal dica é comprar passagens aéreas e reservar hospedagem assim que estiverem disponíveis. Hotéis, albergues e até quartos ou apartamentos particulares alugados por meio de aplicativos serão mais caros se estiverem próximos a estádios, pontos turísticos e centros comerciais.

Então, a decisão a ser tomada é se vale a pena pagar pelo conforto e economizar em outros momentos da viagem ou se dá para apostar no transporte coletivo para fazer o deslocamento até os estádios.

Outra forma de economizar é gastando menos com alimentação. Comprar comida no mercado e preparar no hotel sempre sai mais barato.

A opção por fast food também é mais econômica, mas vale a pena verificar se restaurantes mais populares – principalmente os frequentados pelos habitantes locais – têm preços parecidos com os das redes de hambúrgueres.

Um turista econômico deve planejar gastar, em média, US$ 30 por dia em alimentação. Apertando, é possível comprometer menos do orçamento.

Corte gastos supérfluos

A economia no dia a dia é essencial para garantir mais dinheiro para viagens. A conta mais simples é não gastar mais do que se ganha. Mas nem sempre é possível manter tudo sob controle, principalmente quando o salário e os gastos não são colocados lado a lado.

O Serasa orienta que toda a renda que entra no orçamento familiar seja anotada de alguma forma: em um caderno, no celular ou em uma planilha no computador.

Da mesma forma, deve-se escrever todos os gastos: principais e extras. A dica é dividir o salário em três partes.

 • Metade vai para as contas fixas, como manutenção da casa, veículo, saúde, alimentação e escola, por exemplo;

• Outros 35% são para gastos extras, como lazer, restaurantes, cuidados com beleza;

• Os 15% restantes ficam para emergência, se não forem usados, vão para as economias.

Com essa fórmula, fica mais fácil cortar supérfluos. Você precisa mesmo pedir um carro por aplicativo toda a vez que for sair de casa? Não é mais econômico preparar o jantar do que pedir comida on-line? Você deve comprar uma roupa nova só para sair no final de semana? Fazer perguntas desse tipo ajuda a refletir sobre a real necessidade dos gastos.

Aplique melhor o dinheiro

Economizar significa mais do que colocar o dinheiro na poupança. Fazer o montante render mais a cada mês pode ajudar a incrementar o orçamento para assistir aos jogos da Copa do Mundo no Qatar no estádio.

Há uma série de aplicações que rendem mais do que a poupança e contam com uma boa segurança, voltadas para iniciantes, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Tesouro Direto.

Obtenha renda extra

Existem diversas formas de se obter renda extra pela internet, o que pode gerar um ganho a mais de dinheiro para a viagem.

Vender milhas é uma dessas formas e é mais fácil do que se imagina. Quem tem pontos acumulados em cartões de crédito pode transferi-los para programas de milhagem, aproveitando promoções de transferência que podem até dobrar a quantidade de pontos, e depois vendê-los em plataformas digitais como a MaxMilhas, líder do setor.

O usuário acessa a plataforma, faz um cadastro e informa a quantidade de milhas de que dispõe, de qual programa de milhagem são e quanto deseja pelas milhas.

Assim que a oferta é aprovada e aceita por um comprador, o vendedor de milhas recebe o valor pedido pelos pontos em até 20 dias. Com um prazo de dois anos e meio, é possível acumular pontos suficientes para fazer uma boa venda de milhas online.