Foto: Reprodução

Em apenas 3 dias, a vida de um catador humilhado teve uma verdadeira reviravolta, no Rio de Janeiro. Na semana passada Odorico Luiz Rocha, de 23 anos, achou no lixo de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, uma chapa de lanches.

Dorico, como é chamado pela vizinhança, levou para casa, testou e como estava funcionando, a mulher dele, Hellen, incentivou o marido — com quem tem três filhos e está grávida do quarto – a improvisar uma barraquinha de lanches na porta de casa, no bairro Valverde.

Odorico, que trabalhava como mecânico mas perdeu o emprego na pandemia, arriscou para ver no que dava e descobriu o lado perverso das redes sociais, quando fez um post divulgando seu novo negócio.

Ele recebeu comentários maldosos como: “Só pode estar de sacanagem! Coé, Dorico!”, “Você nunca vai vender nada!”, “Vai ser hambúrguer com ratazana!”.

Resultado: apenas dois lanches foram vendidos nos primeiros dias.

A virada

Ao ver aquela humilhação, o dono de uma pizzaria vizinha, chamado Carlos Alberto Soares, decidiu ajudar o Dorico. “Ninguém merece passar por uma humilhação dessa”, disse Carlos Alberto Soares.

Ele e o amigo Gabriel Borges, o pizzaiolo, criaram uma vaquinha para o Dorico, que arrecadou R$ 3 mil em questão de horas.

Com o dinheiro, o rapaz deu uma repaginada no negócio e reinaugurou o ponto três dias depois com lona, uma chapa profissional, equipamentos e aventais. E com o dinheiro que sobrou dinheiro, deu para dar um tapa no visual do Dorico e comprar fraldas para os filhos dele.

*Com informações do Jornal Floripa via Só Notícia Boa

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