Karen Novochadlo
Tubarão

Já se passaram mais de duas semanas que o menino Pedro Henrique Ayala, 3 anos, faleceu após receber a injeção de um medicamento no setor de emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Tubarão. Há 15 dias a família aguarda uma resposta sobre a investigação do caso, sob a responsabilidade da Delegacia da Criança, do Adolescente e de Proteção à Mulher e ao Idoso.

O prazo para a conclusão do inquérito é de 30 dias (vence em 9 de dezembro) e poderá ser prolongado por mais 30 (até 8 de janeiro do próximo ano). A mãe de Pedro Henrique, Maiara Pereira, 22 anos, e o marido Christian Ayala, 33 anos, ainda não depuseram. Também não há previsão de quando deverão ser chamados. “A polícia ainda não passou nenhuma posição. Nenhum resultado do laudo foi informado”, lamenta a Maiara.

A enfermeira e a estagiária que atenderam o menino já prestaram esclarecimento. O delegado Jair Tártari, responsável pelo caso, ainda não recebeu os resultados do laudo cadavérico. E também não há uma data para a liberação dos exames pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) de Tubarão. A polícia trabalha com duas hipóteses: imperícia ou choque anafilático.