São Paulo (SP)

Um esquema de segurança será montado neste domingo para a reconstituição da morte da menina Isabella Nardoni, 5 anos, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício London, na zona norte de São Paulo, no dia 29 de março.

A rua Santa Leocádia, na Vila Isolina Mazzei, será interditada e até bolsões serão montados para que as pessoas possam conferir o trabalho da perícia técnica, que pode se estender por até dez horas. Além de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, podem participar da reconstituição Antonio e Cristiane Nardoni – avô e tia da menina, vizinhos e Ana Carolina Cunha de Oliveira, mãe de Isabella.

O supervisor do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil, Luis Antonio Pinheiro, afirmou que apenas os moradores da rua terão acesso. Entretanto, prestadores de serviço, entregadores de alimentos e serviços de urgência serão liberados após averiguação. “Se ele (morador) quiser pedir uma pizza na casa dele, ele vai receber”, afirmou.

A tendência é que a reconstituição do crime limite-se ao prédio. Momentos anteriores da chegada do casal, como as compras em um hipermercado e a visita do casal à casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos, não devem ser refeitos.