Zahyra Mattar
Tubarão

Uma casa na travessa Antônio Magalhães de Castro, no centro de Tubarão, é motivo de ‘enxaqueca’ para os vizinhos do imóvel. O local está fechado há muito tempo. Os moradores contam que a casa tinha móveis, roupas e até mesmo eletrodomésticos. Até que usuários de drogas e ladrões descobriram a ‘fortaleza’.

Em pouco tempo, o lugar transformou-se em abrigo para andarilhos, usuários de drogas e como esconderijo para objetos furtados. Um dos vizinhos diz que todas as casas da redondeza foram arrombadas por ladrões. “Coloquei um cadeado no portão para evitar a aglomeração de pessoas e também por causa das mulheres. Muitas já foram assediadas e é fácil alguém sumir com elas lá para dentro e fazer alguma maldade”, relata um dos moradores da rua, bastante preocupado.

Além da questão da segurança, a casa tornou-se um criadouro de mosquitos, ratos e baratas. “Todos aqui na rua têm problemas com animais, como ratos, cobras e baratas. Mas a maior preocupação, agora, é quanto ao mosquito da dengue. Tem muitas garrafas e pneus no terreno. Encontraram um foco aqui pertinho no ano passado”, relembra o vizinho da casa, ao referir-se ao foco localizado em março do ano passado, na agência do Correios.

O coordenador da vigilância sanitária de Tubarão, Elias Gonçalves, garantiu que entrará em contato com o departamento de meio ambiente da prefeitura, Polícia Militar e vigilância epidemiológica para solucionar o problema dos moradores. “Na segunda-feira de manhã pretendo ir até este endereço para resolver esta questão”, confirma Elias. O Notisul acompanhará o caso pontualmente.