#Pracegover Foto: Na imagem o governador Carlos Moisés com semblante sério
#Pracegover Foto: Na imagem o governador Carlos Moisés com semblante sério

A sessão extraordinária do Pleno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), ocorrerá de forma simultânea à votação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), que deve decidir nesta sexta-feira (25), sobre o processo de impeachment contra o governador Carlos Moisés (PSL) e da vice-governadora, Daniela Reinehr (sem partido). No Tribunal Misto do Impeachment, os chefes do poder Executivo do Estado serão julgados pelo suposto crime de responsabilidade no reajuste salarial dos procuradores do Estado.

Sobre a possibilidade de renúncia do cargo, o governador, Carlos Moisés, assegurou que não há probabilidade desta situação ocorrer. Absolutamente. Essa palavra nunca circulou nem aqui no gabinete, na Agronômica e no Centro Administrativo. Nós temos a convicção de que esse julgamento que se aproxima, será um julgamento técnico. Não se fará referência ao governador ter recebido ou não ter recebido, ter andado junto ou não ter andado junto”, pontuou.

Os deputados Laercio Schuster (PSB), Luiz Fernando Vampiro (MDB), Kennedy Nunes (PSD), Maurício Eskudlark (PL) e Sargento Lima (PSL) foram eleitos para ocupar as cinco vagas da Alesc. A eles, se unirão os desembargadores Claudia Lambert, Rubens Schulz, Sérgio Rizelo, Carlos Alberto Civinski e Luiz Felipe Siegert Schuch, quais os nomes foram sorteados em sessão extraordinária do Pleno do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), realizada simultaneamente à votação na Alesc.

A instalação do tribunal misto está marcada para esta sexta-feira (25), às 10 horas, no Plenário Deputado Osni Régis, na Assembleia Legislativa. O encontro será presidido pelo desembargador Ricardo Roesler, presidente do TJSC, e nele será escolhido o relator do processo.

“Será um julgamento técnico, nós teremos cinco deputados e seis desembargadores. Nós acreditamos, que a Justiça será de fato feita e entendemos que um melhor encaminhamento de um processo sem justa causa, onde não há ato do governador e nem da vice seja definitivamente arquivado”, afirmou Moisés.

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