Introduzido no país na década de 1980, o caramujo africano que serviu como aposta comercial, na busca de uma alternativa mais barata ao escargot, se transformou em uma verdadeira praga.

Ao contrário da iguaria francesa, o caramujo africano não pode ser consumido pelos seres humanos. Resultado: sem predadores, o animal se alastrou pelo país.

O molusco é dotado de alta capacidade de reprodução e hoje se disseminou em 24 dos 26 estados brasileiros, entre eles Santa Catarina. Os impactos para a biodiversidade são evidentes, mas os riscos à saúde pública também preocupam.

Especialmente porque o bicho pode ser um vetor de doenças infecciosas como a meningite. A prevenção no contato com o animal e o controle das populações do caramujo são fundamentais.

Em Imbituba, novamente o animal começou a se proliferar e gerar problemas para a população. A melhor forma de combate é o recolhimento e a incineração.

Jogar produtos químicos ou sal, como muita gente acredita, não adianta de nada. O recolhimento deve ser feito com o uso de luvas ou sacos plásticos.

Basta colocar todos em um saco, fechar bem e levar para um dos pontos de coleta da cidade. A Secretaria de Saúde da prefeitura se encarrega de dar o destino correto.

 

Pontos de coleta em Imbituba
– Vigilância de Saúde (centro)
– UBS Paes Leme
– UBS Campo da Aviação
– UBS Vila Nova Alvorada
– UBS Campestre
– UBS Itapirubá
– UBS Nova Brasília
– UBS Araçatuba

Mais informações por meio do plantão 24 horas no telefone (48) 99975-2509.

 

Entre em nosso canal do Telegram e receba informações diárias, inclusive aos finais de semana. Acesse o link e fique por dentro: https://t.me/portalnotisul