O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deu o prazo de cinco dias para que a prefeitura de Capitólio, a 290 km de Belo Horizonte, esclareça se o município monitorava eventuais riscos na área dos cânions do Lago de Furnas. O ofício faz parte do inquérito que investiga eventual responsabilidade do Executivo Municipal  na tragédia que acabou com dez mortos na cidade no último sábado, quando um bloco de rocha caiu sobre lanchas.

Investigação policial

Em outra investigação para tentar identificar o que causou a queda da formação rochosa de aproximadamente 10 mil toneladas, a Polícia Civil de Minas Gerais decidiu enviar três peritos para a cidade de Capitólio.

Entre eles há um especialista em Geologia, “para apurar as causas do deslocamento de parte do cânion”. Um perito criminal da Polícia Federal, também especialista na área, vai acompanhar os trabalhos. A expectativa é que o grupo vá de Belo Horizonte para a cidade turística nesta quinta-feira.

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Fonte: Correio do Povo