O caso das pedras que caíram em casas do interior de Joaçaba foi tratado como fenômeno Poltergeist pelo casal João e Rosa do canal Caça Fantasmas Brasil. Rosa é sensitiva e explicou que a chuva de pedras acontece com frequência porque as residências estão em uma região que ela chama de “Cinturão Energético” que inicia em Santa Rosa, Caiçara, Ronda Alta, Joaçaba e termina no Itaimbezinho no Rio Grande do Sul.  

A história chegou até o casal quando o Notisul publicou no fim de novembro uma matéria de que o fenômeno estava assustando os moradores da localidade de Linha Santa Clara Baixa. Há dias as casas eram atingidas por pedras vindo de várias direções. A polícia tinha ido até o local, presenciou o momento em que as residências foram atingidas e não encontrou ninguém que pudesse estar jogando algo contra as casas.

Os Caça Fantasmas Brasil estiveram em Joaçaba no começo do dezembro para conversar com as famílias na tentativa de buscar explicações para os fenômenos. Eles usam câmeras térmicas com visão noturna, e equipamentos de áudio e registraram grande concentração de energia. E chegaram a observar pedras caindo.

Rosa e João vieram do Estado de São Paulo para gravar para o Canal deles, um dos mais vistos no Brasil. Na primeira parte do vídeo, eles aparecem conversando com uma das moradoras, e fazem também uma reconhecimento energético do local. Rosa identifica uma entidade de energia e passa a conversar com essa entidade para entender o porquê das ocorrências.

Já na segunda parte do vídeo o casal explica todos os detalhes e os motivos da chuva de pedras. Rosa concluiu que se trata de um energia ancestral que viveu naquela localidade há milhares de anos e que estava tentando manter contato. 

“Quanto mais entramos em assuntos ‘delicados’ mais perseguição recebemos, que medo é esse? Já há muito tempo o mundo racional/emocional criado pelos seres humanos mostra sua falência. Falência em gerir o planeta, incompetência em criar um ambiente saudável para vivermos em paz e respeito. Mas porque somos tão incompetentes? Porque defendemos esse perverso status quo com tanto fervor, raiva, presunção e medo?, escreveu o casal no Canal.