Bertoldo Weber
Braço do Norte

São anos de luta em favor dos produtores rurais e é com esse objetivo que há nove anos o Sindicato Rural de Braço do Norte foi reestruturado. Hoje, a diretoria realiza um jantar de confraternização a base de carne suína. O evento será no salão da igreja Nosso Senhor do Bom Fim e integrará os 2,2 mil sócios, diretoria e parceiros. Haverá ainda baile com As Garotinhas de Ouro. Segundo o presidente Vilibaldo Michels, bandeiras foram levantadas pela classe, como renegociação de dívidas que seriam impagáveis.

Lutaram também pela construção da sede própria (que precisa ser concluída), a luta em defesa do preço do suíno, do fumo e do leite pago pelos laticínios da região, a articulação para a chegada de milho mais barato da Conab e o projeto que recolhe animais mortos nas propriedades rurais e contribui com o meio ambiente.

“Graças ao projeto, dificilmente alguém joga animais nos rios”, enfatiza.
Outro projeto contribui com o meio ambiente: distribuição de dejetos através de um caminhão equipado, que tira o excesso de propriedades. “Além disso, resulta em economia para as famílias rurais”.

O sindicato ainda disponibiliza aos agricultores uma retroescavadeira, com preço mais baixo que o mercado, que possibilita aos produtores outros trabalhos. Ao longo dos anos, firmou convênios e parcerias que, através de um sistema de carteirinha inovadora, possibilita inúmeros descontos, especialmente na saúde. “Dentro de todas as parcerias, temos o Senar e a Faesc como dois maiores parceiros da entidade”, resume.

O foco da entidade é atender com agilidade e eficiência os associados e produtores. “Continua como objetivo a conclusão da sede própria. A entidade abrange Braço do Norte, Grão-Pará e São Ludgero”.
Segundo ele, é um momento de comemorar as conquistas diante das dificuldades e problemas enfrentados no dia-a-dia. “Quanto mais fortes e unidos os produtores, mais rápido as conquistas. Nossa entidade tem um padrinho especial: Edésio Oenning. Ele foi o nosso grande motivador e apoiador”.