As marchas da manhã deste domingo, Dia Internacional da Mulher, acentuaram o tom político, como era previsto, e elegeram como alvo o governo Bolsonaro. O clima de oposição ficou mais acirrado depois da convocação do presidente para as manifestações de apoio no próximo domingo, 15. Os protestos passaram a incluir entre suas bandeiras, além das questões ligadas à mulher, a defesa da democracia e o respeito à Constituição.

Em Brasília, cerca de 3,5 mil mulheres, segundo os organizadores do I Encontro Nacional das Mulheres Sem Terra, saíram em ato pelo Parque da Cidade. Entre os cartazes, a era ampla a galeria de temas: racismo e o preconceito contra pessoas LGBTs, o esclarecimento do assassinato de Marielle Franco e posicionamentos contra o fascismo e o patriarcado, entre outros.