#ParaTodosVerem Na foto, uma pessoa troca uma lâmpada
- Foto ilustrativa: Marcelo Camargo | Agência Brasil | Divulgação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (21) o novo reajuste das bandeiras tarifárias, que incidem na conta de luz em caso de escassez hídrica ou qualquer fator que aumente o custo de produção de eletricidade. Os aumentos irão de 3,2% a 63,7%, dependendo do tipo da bandeira. Por enquanto, os reajustes não encarecerão as contas de luz porque, desde abril, a bandeira tarifária está verde. Os valores entrarão em vigor em 1º de julho e serão revisados em meados do próximo ano. Segundo a Aneel, a alta reflete a inflação e o maior custo com as usinas termelétricas neste 2022, acionadas em momentos de crise hídrica.

Desde o dia 16 de abril, vigora no Brasil a bandeira verde, quando foi antecipado o fim da bandeira de escassez hídrica. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a bandeira verde será mantida até dezembro, por causa da recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no início do ano. No verão, a bandeira geralmente entra na cor vermelha, por conta do maior consumo de energia. E aí sim pode ser a conta volte a ser paga, novamente, pelo consumidor. Confira os novos valores das bandeiras tarifárias:

  • Bandeira verde: sem cobrança adicional;
  • Bandeira amarela: +59,5%, de R$ 18,74 para R$ 29,89 por megawatt-hora (MWh);
  • Bandeira vermelha patamar 1: +63,7%, de R$ 39,71 para R$ 65 por megawatt-hora (MWh);
  • Bandeira vermelha patamar 2: +3,2%, de R$ 94,92 para R$ 97,95 por megawatt-hora (MWh).

Fonte: Agência Nacional de Energia Elétrica
Edição: Zahyra Mattar | Notisul

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