Ele foi internado no último dia 19 em estado grave. Passado a preocupação inicial, na sexta-feira passada os exames foram concluídos. Já recebeu alta.

Jailson Vieira
Capivari de Baixo

O sufoco passou de vez! E agora, o cotidiano dos familiares de Alfredo Nascimento, o Alfredinho, 57 anos, tem sido bem mais tranquilo desde que ele recebeu alta do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), nesta quarta-feira. Ontem, uma equipe do Notisul foi à casa de Natália Nascimento, irmã de Alfredinho, em Capivari de Baixo, para entregar as fraldas geriátricas doadas pelas leitoras Heisi Meneghel, Élia Pinto, Donizete Andrade Nascimento e Maria Cláudia Gonçalves Silva.

As irmãs de Alfredinho, Natália e Maria Nascimento contaram que nesses 14 dias de internação devido à leptospirose, a família se revezou nos cuidados hospitalares e atualmente em casa. “Não sabíamos, em um primeiro momento, que ele estava internado. Informaram-nos que ele tinha morrido, ficamos desesperadas e fomos todos à procura dele e, por fim, o encontramos na Unidade de Terapia Intensiva do HNSC”, recorda Natália.

Conforme Maria, um profissional de fisioterapia ajudará no processo de recuperação. “Ele acabou ficando com as pernas pesadas e isso tem atrapalhado na locomoção. Ele está caminhando pouco, mas desde que chegou em casa estamos estimulando bastante o Alfredo a andar”, informa.

Durante os as duas emanas que Alfredinho permaneceu internado, as visitas foram constantes. Além dos familiares, a população estava preocupada com o estado de saúde dele. “Graças a Deus estou em casa e as minhas irmãs vão cuidar de mim. Tenho me alimentado bem, hoje (ontem) comi churrasco e maionese. Disseram que tinha morrido, mas é mentira”, conta, emocionado.

Alfredinho é superconhecido por andar sempre com o seu radinho e por sua conversa sincera com moradores de Tubarão. Até o último dia 19, ele morava em uma pensão no bairro Passagem, na Cidade Azul. Alfredo chegou até à casa de Marli Corrêa, proprietária do estabelecimento, por meio de uma amiga dela e, desde então, ela aceitou cuidar do tubaronense, que apesar da idade adulta expira atenção especial. Ele residia no local há 12 anos.