Foto:Divulgação/Notisul
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Tubarão

Na disputa pela construção das cabeceiras da ponte de Congonhas, entre Tubarão e Jaguaruna, as construtoras Setep e Engeton foram comunicadas ontem pela comissão de licitação sobre o questionamento feito na última sexta-feira, na abertura dos envelopes. A previsão é de que se manifestem até a próxima segunda-feira para o processo estar concluído.

O secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), Nilton de Campos, atribui a demora na definição da empresa às leis brasileiras, que permitem os recursos. Se não entrasse na via judicial, a situação estaria muito próxima de se resolver. “Temos que iniciar logo. Acredito que o prazo de 120 dias pode até ser antecipado”, avalia.

Segundo Nilton, o governo precisa seguir todos os ritos previstos na legislação para não causar maiores problemas. Desde julho, os valores estão disponíveis para a obra e a licitação já completou três meses. Depois de conhecida a empresa vencedora, serão necessárias a assinatura do contrato e outras tratativas que podem levar no máximo mais cinco dias. 

R$ 4 milhões
A construção, ao todo, deverá custar cerca de R$ 2 milhões. Assim, com R$ 1,7 milhão já investidos na estrutura, mais o novo projeto das cabeceiras, R$ 74,5 mil, e “alguns” reais gastos na primeira licitação, na qual só foi instalado um canteiro de obras que não seguiu em frente, a ponte sairá cerca de R$ 4 milhões no total.

Os trabalhos foram paralisados por precaução há 11 meses, pois o aterro colocado na cabeceira pelo lado da Cidade das Praias cedeu e, por causa disso, na época, o ex-secretário da ADR, Caio Tokarski, afirmou que não poderia ficar omisso com a possibilidade de que algo grave pudesse ocorrer. A última camada asfáltica na ponte poderá ser concluída somente depois de finalizadas as cabeceiras.