A cada dia, mais de 1,2 mil pessoas em todo mundo são diagnosticadas com câncer de pâncreas, que tem uma das taxas de sobrevivência mais baixas deste tipo de doença. Mas, agora, uma nova técnica pode representar um grande avanço para os pacientes.

O câncer de pâncreas é um dos mais agressivos. Segundo a Sociedade Americana do Câncer, na melhor das hipóteses, a taxa de sobrevivência em cinco anos é de 14%, enquanto no pior dos prognósticos, é de apenas 1%.

Agora, o Hospital Vall d’Hebron de Barcelona, na Espanha, está testando um método pioneiro que pode melhorar essa situação. Chama-se radiofrequência, um procedimento com o qual três pessoas já foram operadas com sucesso.

Estes pacientes tinham um tipo específico de tumor, um adenocarcinoma de pâncreas localmente avançado, inoperável com as técnicas tradicionais e cujo tratamento é a quimioterapia paliativa.

Por isso, a radiofrequência poderia ser uma alternativa eficaz à quimioterapia na hora de tratar o câncer de pâncreas de pior prognóstico.