Até o último sábado (6) foram notificados 42 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Santa Catarina. Sendo oito casos confirmados pelo vírus Influenza A, subtipo H3N2, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11), pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), do Estado.

33 casos tiveram resultado negativo para o vírus influenza A e B, classificados como SRAG não especificada e um caso diagnosticado como SRAG por outros vírus respiratórios

Os óbitos foram registrados em Águas Mornas, Blumenau, Caçador, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages e São Miguel do Oeste. Em relação a faixa etária, um caso está entre 10 a 19 anos de idade, dois casos de 30 a 39 anos, quatros mortes de 50 a 59 anos e um, maior que 60 anos. As idades das pessoas não foram divulgadas.

Ainda segundo o boletim, de 1º de janeiro a 6 de maio foram confirmados 346 casos suspeitos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Santa Catarina. Destes, 52  foram confirmados para Influenza, sendo 1 pelo vírus Influenza A (H1N1)pdm09, 46 pelo vírus A (H3N2), dois estão aguardando subtipagem para identificação do tipo de vírus influenza A e três pelo vírus influenza B.

Outros 210 casos de SRAG tiveram resultado negativo para influenza A e B (SRAG não especificada), 24 por outro vírus respiratório e 60  casos se encontram em investigação, aguardando confirmação laboratorial.

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG): são casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória, sem outra causa específica que, na maioria dos casos, levam à hospitalização. Os casos podem ser causados por vírus respiratórios, dentre os quais predominam os da influenza do tipo A e B; ou por bactérias, fungos e outros agentes.