quinta, 22 de agosto de 2019
Facebook Instagram Twitter Youtube
48 3053-4400

Geral

Cerco de Jericó: Derrubando as muralhas pelo poder da oração

Esta prática nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto

Publicado em 13/08/2019 21h46

Cerco de Jericó: Derrubando as muralhas pelo poder da oração

Capivari de Baixo


A 3ª edição do Cerco de Jericó da Paróquia São João Batista, em Capivari de Baixo, ocorre desde o último domingo. A ação consiste em uma semana de intensa oração pessoal e comunitária, adoração ao Santíssimo Sacramento, confissão, jejum e pregação da palavra de Deus.


Mais de 10 mil fiéis devem passar pela paróquia nestes sete dias de oração. As atividades são coordenadas por grupos de movimentos de pastorais e pelo pároco, José Eduardo Bittencourt, o padre Eduardo. Assim como nas duas primeiras edições, o Cerco tem o tema ‘Vai e reconstrói a minha igreja’. A iniciativa é vista pelos católicos como um grande momento de oração e evangelização promovido pela paróquia. Grande parte do público deverá ser formada por fiéis da paróquia da Cidade Termelétrica, mas a presença de caravanas de outras localidades deverá ser considerável.


“Explicar o Cerco é falar também sobre a vida cristã, que exige algumas atitudes como: oração pessoal, confissão, adoração e missa. O Cerco oferece tudo isso junto. São 168 horas, que a igreja oferece aos fiéis de rezar, meditar, fazer oração pessoal, comunitária, adoração e a missa. A maior importância é criar momentos de oração e estar em qualquer período na igreja. Na cidade estamos fazendo vistas ao Jubileu com três olhares: para traz com gratidão, para o presente com muita oração e compromisso e para o futuro com muita esperança e fé”, pontua o pároco.


O evento é um costume que surgiu em 1979 na Polônia, com o Papa João Paulo II rezando o terço rosário com o Santíssimo Sacramento. Muitos visualizam no Cerco uma oportunidade de as pessoas curarem feridas anteriores, traumas, medos e, assim, alcançarem a salvação de suas almas. No caso daqueles que já desenvolvem a fé dentro da comunidade, este é um período propício para fomentar o crescimento espiritual. “Vamos interromper a adoração somente na hora das santas missas. Todos os dias, no final das celebrações damos uma volta com o santíssimo na Igreja. No último dia, reza-se a última missa. Conforme a tradição de Josué, dá-se sete voltas com o Santíssimo e assim termina o Cerco de Jericó”, explica o padre.

Adendo ou retranca: Título: Povo passa por muralhas

O Cerco de Jericó tem dois momentos dentro da história humana, existindo o fato bíblico e o fato religioso. O fato bíblico ocorreu durante a morte de Moisés e a delegação da liderança do povo de Israel a Josué. Neste período, os Hebreus ficaram anos vagando pelo deserto, em busca da terra prometida. No entanto, para chegar a esta terra, o povo de Israel teve que passar pela cidade de Jericó, que era cercada por muralhas.


E para vencer este obstáculo, os israelitas foram fiéis a Deus. Conforme o ritual repassado pelo Criador a Josué, os Hebreus fizeram um cerco ao redor das muralhas e deram uma volta, a cada dia, com a arca da aliança. No sétimo dia foram sete voltas, sendo que na última, as muralhas vieram ao chão, podendo assim, os Hebreus chegarem finalmente à Terra Prometida.


VOLTAR
Banner ServerDo.in
Banner ServerDo.in
Notisul - Um Jornal de Verdade
LIGUE E ASSINE (48) 3053-4400 Rua Ricardo José Nunes, 346 - Jardins de Pádova - Santo Antônio de Pádua - CEP: 88701-571 - Tubarão/SC
Copyright © Notisul - Um Jornal de Verdade 2019.