Saiu um – Jandrei foi para a Chape – entrou outro. O que os dois têm em comum: a arte de fechar o gol.

Tubarão

A posição de goleiro no futebol é conhecida como uma das mais ingratas. Só um joga, e dificilmente o reserva tem muitas oportunidades em campo. As demais peças precisam mostrar, diariamente, nos treinamentos, que também estão preparados para defender a equipe. A chance de Luiz Carlos (foto) surgiu com a transferência de Jandrei para a Chapecoense. Após o empréstimo, ele foi titular nas vitórias contra Criciúma e Almirante Barroso, fazendo boas defesas e tendo uma atuação segura.

“Vim para o Tubarão para jogar, e a oportunidade apareceu até antes do que eu esperava. Fico feliz pelo Jandrei estar em um grande clube. Assumo um papel de muita responsabilidade por tudo que ele vinha fazendo. O grupo me recebeu muito bem, e isso facilita para qualquer jogador”, destaca o novo titular.

Desde que chegou ao Peixe, na metade da pré-temporada, o goleiro treinava ao lado dos zagueiros Lucas Costa e Gerson, e dos laterais Marcos Vinícius e Vitão, também reservas antes da chegada do técnico Waguinho Dias. Para ele, isso ajudou no entrosamento e na adaptação ao elenco titular.

“Por meio dos treinos, tático, coletivo ou de bola parada, conversávamos bastante e isso vai dando entrosamento e mais confiança. Acredito que fiz uma estreia tranquila, mais do que eu esperava, e neste segundo jogo foi ainda melhor”, acrescenta.

Luiz Carlos se reapresentou ontem, assim como o resto do elenco. Eles trabalharam na academia pela manhã e treinaram no campo à tarde. Na quarta, o grupo continua a preparação para a estreia no returno do Catarinense, neste domingo, às 16 horas, na Vila, contra o Metropolitano.