Foto: César Augusto/Rádio Cidade
Foto: César Augusto/Rádio Cidade

Tubarão

A situação financeira do Atlético Tubarão segue bem delicada. Os problemas já se arrastam desde o fim do ano passado. Nesta sexta-feira (28), os jogadores realizaram um protesto em virtude dos salários atrasados e trabalharam com as camisas do lado avesso. O grupo ganhou apoio do técnico Pingo. Novas manifestações podem ocorrer no próximos dias ou até que a grave situação seja regularizada.

O time está na berlinda do rebaixamento à Série B de 2021, enfrenta o Avaí na noite da próxima segunda-feira, em Florianópolis, e precisa da vitória para ainda sonhar com uma classificação à próxima fase do Campeonato Catarinense. A diretoria ainda não definiu se o clube irá participar do Brasileiro da Série D nesta temporada, nem da Copa Santa Catarina, que dá o direito, ao campeão, de participar da Copa do Brasil no ano que vem.

Segundo a assessoria, o Atlético Tubarão procura alternativas para sanar as dívidas com os salários, como patrocínios e novos contratos. “Os novos jogadores de base estão sem receber o salário de janeiro, assim como grande parte dos funcionários. Já os mais experientes estão sem o salário de dezembro e janeiro. O décimo terceiro foi todo quitado. Já para o salário de fevereiro, a ser pago em março, ainda não há uma definição”, explica a assessoria do clube. Segundo o Tubarão, são dois os principais motivos de entrave na economia do clube neste momento. O primeiro deles é o fato do Genoa, time da Itália, ainda não ter acertado com a Chapecoense a compra do goleiro Jandrei, ex-Peixe.