Com ondas gigantes reconhecidas mundialmente, a Laje da Jagua é considerada o Hawaii brasileiro  -  Foto:Jaime Redivo Jr./Divulgação/Notisul
Com ondas gigantes reconhecidas mundialmente, a Laje da Jagua é considerada o Hawaii brasileiro - Foto:Jaime Redivo Jr./Divulgação/Notisul

Jaguaruna

Representantes da Associação Tow-in – Laje da Jagua estiveram reunidos com o prefeito de Jaguaruna, Luiz Napoli, para buscar apoio e proporcionar um novo evento de ondas gigantes na Laje da Jagua. O ponto fica a 5,3 quilômetros da costa, com potencial para gerar ondas com até 30 pés de altura.

 
A Laje da Jagua foi descoberta pelo surfista Bruno Rezende, e desbravada por Zeca Scheffer. O local é reconhecido no mapa das grandes ondas de todo o mundo. 
 
Os surfistas querem apoio para realizar o Desafio Mormai de Ondas Grandes, previsto para ocorrer no próximo mês, ou em maio, com a novidade da modalidade de surfe de remada. 
 
A intenção da associação é receber o apoio necessário para inserir o município de Jaguaruna no calendário de eventos de ondas gigantes, e trazer os maiores surfistas mundiais à cidade. Tudo isso foi colocado em um projeto e entregue em mãos ao prefeito.
 
Napoli colocou-se à disposição para, junto com o secretário estadual de esportes e turismo, Beto Martins, conseguir os recursos necessários para a realização do evento. “Teremos que fazer a nossa parte para mostrar o potencial da região e divulgar nosso município”, avaliou o prefeito.
 
Tow-in na Laje da Jagua
Conhecido como Tow-in, ou surfe rebocado, a Laje da Jagua já recebeu profissionais de ondas grandes como Rodrigo Resende, campeão mundial no Hawaii, Zeca Scheffer, Everaldo “Pato” e Tissot. Devido ao tamanho e força das ondas, é necessário técnica e planejamento dos atletas.
Além disso, existe uma série de equipamentos de segurança, como coletes especiais, cabos, capacete e auxílio de resgate. A Associação Tow-In de Jaguaruna é a responsável por monitorar as atividades no local. 
A região da Laje da Jagua também faz parte da área de preservação da baleia franca, portanto, a prática do esporte sem o aval da associação é caracterizada como crime ambiental.