Criciúma*

Dois reservas saíram do banco para dar o 15º título catarinense da história ao Figueirense. A quatro minutos do segundo tempo da prorrogação, Bruno Santos recebeu um passe perfeito do ala Marquinho. Entrou na área e, com um chute certeiro no canto direito, bateu o goleiro Zé Carlos.

Era o gol solitário da prorrogação, o gol para soltar o grito de campeão, de uma equipe que se superou ao longo de 120 minutos em um gramado pesado pela chuva dos últimos dias.
Depois de perder por 3 a 1 no tempo regulamentar, o Figueirense adotou uma postura claramente defensiva nos 15 minutos iniciais da prorrogação. Defendeu-se com garra, para tentar explorar os contra-ataques e matar o jogo. Conseguiu.

Com o fôlego renovado pela entrada de Marquinho, Bruno Santos e Alex Júnio – três jovens descansados -, o técnico Alexandre Gallo conseguiu segurar o ímpeto do Tigre. Reforçou a marcação e ganhou velocidade na saída de bola. E foi assim, em uma arrancada pelo meio e com passe certeiro de Marquinho, que saiu o gol decisivo.

* Do Jornal Notícias do Dia, especial para o Notisul.